
Eu Odeio Funcionário!: A Respeito do Respeito na Gestão de Pessoas e nos Processos de RH
Da editora


Eu odeio funcionário
“Eu odeio funcionário” desafia o leitor desde o título. Mas, por trás dessa aparente provocação, está uma profunda reflexão sobre como os funcionários são percebidos nas organizações modernas: como meros números ou como indivíduos com suas próprias histórias e necessidades. O autor, de maneira irônica e perspicaz, mergulha no mundo dos discursos vazios e desconectados que permeiam os processos de gestão de pessoas.
Nesta obra, o leitor é convidado a questionar as crenças comuns sobre o papel do RH, como “o RH não resolve nada” ou “é culpa do RH”, e a enxergar além das superficialidades. O autor defende um novo paradigma: o de um RH que atua com empatia, participação e compromisso, transformando complexidade em simplicidade e obtendo resultados efetivos.

Sobre o tema “políticas de gestão de pessoas”, a primeira observação que nos vem à mente é o discurso comum de que quase todas as empresas e empreendimentos existem para as pessoas, sejam elas funcionários, clientes ou acionistas, e de que todas as políticas empresariais se destinam a beneficiar e a amparar esse público. Evidentemente estamos nos referindo a empresas de forma geral, não importando seu tamanho e excluindo organizações sem fins lucrativos, organizações religiosas ou governamentais, entidades públicas, instituições nacionais – como as Forças Armadas e outras.

O objetivo de falar sobre paternalismo, individualismo, felicidade e propósito, logo após abordar políticas de gestão, associando-os aqui, é tentar demonstrar a inter-relação entre eles. Seria cansativo nos estendermos a cada um em particular como se fosse este um livro científico. Não é essa a proposta. Assim, vamos ao que interessa, embora seja necessário conceituar cada tema brevemente, apenas para garantir que possamos conversar na “mesma frequência”, ou seja, nas mesmas bases de entendimento

Ao apurarmos nossa visão sobre empresas ou instituições, podemos afirmar que a área Recrutamento e Seleção (R&S) é o início de tudo e que, dependendo do sucesso ou do fracasso de suas práticas, pode ser o fim de um ciclo de gestão ou um novo início, um eterno recomeço. Também é, recorrentemente, o R&S é a razão ou causa do não cumprimento de metas para uma grande parte de executivos e gestores que, perversamente, a responsabilizam pelos próprios fracassos. Compartilho com vocês a visão de que, nos últimos 40 anos de observação e de vivência.

Armando Bordallo
Economista formado pela PUC-RJ com uma carreira diversificada que inclui passagens por cargos de liderança em grandes empresas como Shell Brasil, Banco Nacional e Ernst & Young, além de experiência significativa em consultoria e desenvolvimento de negócios e RH. Esta rica trajetória profissional, marcada por desafios em diversas áreas e uma profunda compreensão da gestão de negócios e pessoas, o preparou sobre temas de gestão empresarial e recursos humanos, oferecendo uma perspectiva valiosa e prática para seus leitores.
Editora : Literare Books International; 1ª edição (15 abril 2024)
Idioma : Português
Capa comum : 208 páginas
ISBN-10 : 6559227871
ISBN-13 : 978-6559227877
Dimensões : 14 x 1 x 21 cm
